Andorinha-das-chaminés Hirundo rustica
A mais comum
- Garganta e fronte — vermelho-tijolo intenso
- Cauda — muito recortada, filetes longos
- Ninho — taça aberta em barro, no interior (celeiros, cavalariças)
O que está errado? (página, dados falsos, bug…)

Todos os anos elas fazem mais de 10 000 km desde a África subsariana para voltar ao mesmo ninho. É por isso que a andorinha é o símbolo da OnBouge — a história completa está na página da Palmi.
A mais comum
A citadina
Areeiros e margens
Juntam-se em dormitórios nos caniços ou nos fios elétricos, depois atravessam o Mediterrâneo e o Sara para chegar ao golfo da Guiné, à República Democrática do Congo ou à África do Sul.
Os machos partem primeiro para reservar os melhores locais de nidificação. Percorrem 300 a 500 km por dia, voando baixo para capturar presas em pleno voo.
Consolidação do ninho com barro e saliva. Uma postura tem 3 a 5 ovos, e os pais fazem mais de 400 viagens por dia para alimentar as crias.
Uma tábua de madeira com 20 cm de largura, cerca de 30 cm abaixo do ninho: a fachada fica limpa e a ave fica em casa.
O ninho faz-se com bolinhas de terra húmida. Um pequeno quadrado de terra argilosa mantida húmida em abril-maio chega.
Depois de uma obra de fachada (com derrogação), um ninho em betão de madeira, ao abrigo de gatos e aves de rapina.
Fontes : Código do Ambiente francês (art. L411-1), dados de campo publicados. Redigido pela OnBouge. — As nossas fontes.
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